Ano passado, comprei um Moto X, segunda geração, em promoção no site da Motorola, por cerca de R$ 900,00.
Celular muito bom. Mas após uma pequena queda, a tela danificou e resolvi acionar o suporte da Motorola. O conserto, na assistência técnica, ficou por volta de R$ 700,00 (só o vidro).

Bem, pensando em um uso futuro e para não danificar a bateria, procurei uma solução para desligá-lo por outra maneira que não fosse pela tela.

Encontrei no Youtube, um vídeo que ensina como desligar o telefone que esteja nessa situação.

Os procedimentos são:

1) Pressione o botão liga/desliga por 15 segundos ou até que o telefone vibre e então solte.
2) Pressione e segure o botão de diminuir o volume por 20 segundos e então solte.
3) Pressione e solte o botão liga/desliga (uma vez).

Esse procedimento é valido para o Moto X 2ª geração, foi testado com um  o android 6 sem a possibilidade de interação com a tela touchscreen.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=x_jx5u7dXK4&feature=youtu.be

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Dia desses descobri que no yum, não há mais suporte a instalação nativa do MySQL.  Agora o programa nativo é o MariaDB. Como preciso do MySQL, resolvi partir para instalação manual. Deu um certo trabalho mas consegui. Aqui vão os passos.

1 – Encontrando o repositório MySQL na internet;
O primeiro passo é encontrar o repositório do mysql disponibilizado pela Oracle na internet. Consultando o manual de referência pode se chegar ao seguinte endereço:

 http://repo.mysql.com/yum/

 

1.1 – Respositório específico para o Fedora Core 25;
Navegando na página em questão é possível encontrar o arquivo rpm desejado e baixá-lo utilizando o comando abaixo:

 shell> wget http://repo.mysql.com/yum/mysql-5.7-community/fc/25/x86_64/mysql57-community-release-fc25-9.noarch.rpm

 

2 – Instalando o repositório;

shell> rpm -Uvh mysql57-community-release-fc25-9.noarch.rpm

 

3 – Instalando o MySQL:

shell> yum install mysql-community-server

 

4 – Inicializando o MySQL server:

 shell> systemctl start mysqld

 

5 – Pode-se checar o status do servidor MySQL com o seguinte comando:

shell> system status mysqld

 

6 – Caso seja necessário pará-lo:

shell> system stop mysqld

 

7 – Após inicializar o servidor, as seguintes situações ocorrem, dado que as pastas do servidor estão vazias:

  • O servidor inicializa.
  • Os certificados SSL e mos arquivos chave são gerados na pasta de dados.
  • O plugin de validação da senha é instalado e habilitado.
  • Uma conta de superusuário 'root'@'localhost é criada. Uma senha para o superusuário é definida e armazenada no arquivo de log de erro.  Para revelá-la basta usar o seguinte comando:
shell> sudo grep 'temporary password' /var/log/mysqld.log

Deve-se alterar a senha de root o mais breve possível, acessando o servidor com a senha temporária gerada, utilizando os comandos:

shell> mysql -uroot -p 
mysql> ALTER USER 'root'@'localhost' IDENTIFIED BY 'MyNewPass4!';
Observação: o plugin validador de senhas do MySQL é instalado por default. Isso exigirá que as senhas contenham pelo menos uma letra maiúscula, uma minúscula, um número e um caractere especial, tendo o compriment mínimo de 8 caracteres.

 

Fonte: https://dev.mysql.com/doc/refman/5.7/en/linux-installation-yum-repo.html (acesso em 29/03/2017)

perspectivas

Ainda há pouco tempo havia o estigma social que unia e consolidava a comunidade. O estigma social não era necessariamente fundado na lei, mas sobretudo na cultura antropológica, no senso comum, na lei natural ou lei racional, e na tradição com mais ou menos defeitos. O estigma social colocava os comportamentos-padrão de uma esmagadora maioria da sociedade em oposição aos de minúsculas minorias culturais.

Hoje, o poder do estigma social já não pertence à cultura antropológica, mas antes foi transferido para o Direito Positivo, o que traduz uma real perda da liberdade da sociedade em geral. A lei é produto da “vontade geral” controlada pelas elites, o que significa que a tendência da política é a de uma progressiva restrição das liberdades, e a ponto de os cidadãos virem a ter tendencialmente menos liberdade, real e efectiva.

A ilusão política, com que as elites actuais enganam os povos…

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ILRI BioSciences

R is an increasingly powerful tool in the bioinformatics toolbox, but its command-based interface sets the learning curve rather high, and as a result turns a lot of would-be users off. This post is about installing RStudio, a graphical user interface (or “IDE“, rather) for R, on our High-performance Computing (HPC) cluster used for data analysis at the Livestock Research Institute (ILRI) Nairobi.

As ILRI’s research-computing environment is a cluster of sorts (network-attached storage with several compute nodes), I have to take extra care to install things a bit more “sustainably”; apps are installed in a non-standard prefix globally available to all nodes, apps and their dependencies don’t interfere with system packages, etc. This generally means I have to compile most packages manually rather than relying on pre-packaged versions. This turned out to be a non-trivial task, so for posterity’s sake I decided to write down my…

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Galeria  —  Publicado: 08/07/2015 em Uncategorized

Modos VGA no GRUB

Publicado: 06/05/2015 em Uncategorized

GRUB permite que se escolha a definição VGA que o console utilizará durante o boot. Isso é útil pois a definição padrão é um tanto incômoda, principalmente em monitores LCD.
Para isso é necessário adicionar a opção  vga=xxx após a as definições do kernel no arquivo localizado em  /boot/grub/menu.lst  utilizando o seu editor de textos preferido (VI, VIM, Nano, etc).

A alteração deverá ficar parecida com isso:
kernel /boot/vmlinuz-2.6.32-504.el6.x86_64  ro  xxxyyy...

Deverá ficar assim:

kernel /boot/vmlinuz-2.6.32-504.el6.x86_64  ro vga=791 xxxyyy…

A tabela abaixo mostra a lista de modos de vídeo que podem ser utilizados:

Resolução/Cor 640×480 800×600 1024×768 1280×1024 1400×1050 1600×1200
8 (256) 769 771 773 775  –
15 (32K) 784 787 790 793
16 (65K) 785 788 791 794 834 884
24 (16M) 786 789 792 795

perspectivas

A Querela dos Universais, que se arrastou desde a antiga Grécia até ao modernismo, está essencialmente ligada à ausência de uma noção de “consciência” na História da Filosofia até depois de Descartes. Na proposição de Sócrates “conhece-te a ti mesmo” podemos notar uma alusão à consciência, mas de uma forma que não é suficientemente clara e inequívoca. Santo Agostinho teve também alguns conceitos de que podemos extrapolar a noção de consciência, mas só depois de Descartes esta foi plenamente desenvolvida.

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Fonte: http://www.comtac.com.br/?url=produto&id=389


O USB OTG é a sigla de “USB On-The-Go” (algo como “USB para viagem”), uma especificação criada pelo USB.org que permite que dispositivos móveis como reprodutores de mídia, tablets ou smartphones possam também se comportar como controlador (ou “host”) de uma conexão USB. De fato, eles até criaram um selo específico para essa iniciativa:
certificado
  • Qual a função da especificação USB OTG?

Antes os smartphones e tablets normalmente se comportavam como periféricos, ou mais exatamente como um disco externo ou memory key quando ligado num PC (por sinal, uma host nativo). Para inverter esse papel, o USB.org desenvolveu a especificação OTG que permite que smartphone ou tablet interaja diretamente com outros dispositivos portáteis (pen drive, mouse, teclado entre outros dispositivos com conexão USB).

  • Compreendendo o Micro USB OTG:
Todo conector Micro USB possui 5 pinos, sendo que o quarto deles é neutro.
 
Cabos Micro USB (macho) e em smartphones e tablets (fêmea) sem OTG:
 
1 – VCC (5 volts na linguagem da eletrônica)
2 – Dados
3 – Dados
4 – Neutro (sem ligação)
5 – Terra
 
otg 1
 
Já no caso de aparelhos e cabos OTGs, existe a diferença exatamente no quarto pino, que passa a receber uma função, sendo responsável por fazer com que o smartphone ou tablet tome a posição de um host (computador). Desta forma, teclado, mouse, pen drives e outros dispositivos USB, ao serem conectados no aparelho móvel OTG através de um cabo também OTG, agem normalmente como se este fosse um computador.
 
Cabo Micro USB OTG (macho):
 
1 – VCC
2 – Dados
3 – Dados
4 – Ligado ao pino 5
5 – Terra
 
Smartphone ou Tablet OTG (fêmea):
 
1 – VCC
2 – Dados
3 – Dados
4 – ID (que fará o aparelho entender que ele age como host)
5 – Terra
 
otg 2

Fonte: http://www.comtac.com.br/?url=produto&id=389

Capricórnio

Publicado: 06/04/2015 em Uncategorized

Por motivos de crença eu deixei de acreditar em horóscopo.

Mas hoje eu encontrei num desses weblogs que o google joga aleatoriamente após uma pesquisa, a seguinte frase, com a qual eu me identifiquei bastante:
-“Capricórnio é daqueles que aparenta mais velho quando jovem, e mais jovem quando velho.”

VVV

Publicado: 06/04/2015 em Uncategorized

Veni, vidi, vici.

Vândalos, vis, virulentos,
Vêm vorazes violentar.
Vendaval vociferante
vem vastidões varejando:
vexar, violar, vitimar.

Voluntário valoroso,
Vai, valente vingador!
Voa, verga ventanias,
varre vales, vara várzeas
Vinga, volta vencedor.

Volta! Verás vir vindo
visão voluptuosa.
Vê… vórtice vivo, violento
vibrando verticalmente.
Vertigem, vitória, V

Autor: desconheco

Melissa Cain Travis

An article on Time Magazine’s website caught my attention today due to some social media buzz. I’d like to link to it here and offer my personal thoughts. timeThe article, Why Science Does Not Disprove God, is written by Dr. Amir D. Aczel, who has recently published a book by the same title. (I’ve not read the book, only the author’s article.) It’s notable that an article with this title is on Time’s website. Maybe their site views were down and they needed something to attract the ever-dependable, vociferous anti-theist internet trolls for the sake of a traffic spike (tongue-in-cheek). Overall, I was pleasantly surprised by the article, but I think some of the language was a bit ambiguous and could be misconstrued, hence my motivation for this post. So, without further ado… Aczel begins:

A number of recent books and articles will have you believe that—somehow—science…

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